Veja 16 dicas na hora de comprar um carro usado

Listamos alguns cuidados que vão evitar que você entre em uma roubada
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A grana está curta para comprar um carro 0 km e vai optar por um seminovo? Selecionamos 16 dicas que vão te ajudar a fazer um bom negócio e evitar que você entre em uma fria.

PREÇO
Antes de tudo tenha uma base de valores para saber exatamente o quanto custa o carro que você está procurando. A tabela FIPE é uma excelente base de pesquisa. Se a unidade escolhida estiver com preço em torno de 5%, para cima ou para baixo, negocie. Acima disso, você tem que pechinchar. E muito abaixo, pode desconfiar. Tem algo errado aí.

LUGAR
Procure sempre ir acompanhado ou marque em um local movimentado para fechar o negócio. Em especial quando o carro for de algum particular, e não de uma agência. Prefira fazer a visita durante a luz do dia. Não é raro os compradores sofrerem golpes, extorsões e até assaltos na hora de ver o carro combinado previamente.

REVENDAS
É claro que comprar de uma pessoa física sai mais barato, no entanto se você compra em uma revenda, está amparado pelo Código de Defesa do Consumidor. Sim, há uma lei que obriga que a empresa dê, pelo menos, três meses de garantia para o produto adquirido, independente de qual for o defeito. No particular você fica descoberto pela lei.

PAGUE À VISTA
Em época de recessão é raro quem tenha dinheiro na mão. No entanto, com o declínio da renda média também está difícil aprovar o crédito. Hoje a taxa varia entre 1,6% e 3,9%, dependendo do valor do crédito e do número de parcelas. E mais uma: carro usado não tem facilitação. O “taxa zero” e o “sem entrada” são coisas de 0 km.

LEVE A LUPA
Você escolheu o carro, combinou com o dono e foi lá dar uma olhada. Quando chega… o veículo está sujo, empoeirado. Fique esperto! Alguns vendedores deixam o carro assim para você não perceber falhas na pintura, riscos ou possíveis batidas leves. Se for o caso e você quiser muito o automóvel, pague um lava-rápido. Vale o investimento.

O MECÂNICO
Não adianta você entrar no carro, acelerar três vezes, ficar ali fingindo que conhece o ronco do motor e achar que está bom. Caso não tenha noções de mecânica, leve junto alguém que manje do métiêr. Um válvula batendo, o óleo que não sobe ou um radiador entupido podem se tornar problemas graves se você não detectar na hora.

PNEUS
Pneus gastos nem sempre significam  carro mal cuidado. Normalmente são sinônimo de honestidade. Mas, para isso, faça uma conta simples. O jogo de pneus dura entre 40 mil e 50 mil km. Então você sempre calcula a quilometragem com base nisso. Se pegar um carro com 30 mil km e pneus novos, há grande chance de o hodômetro ter sido fraudado.

PEDAIS
Outros que pegam o fraudador de hodômetro no pulo. Ele estão sempre gastos de acordo com o tempo em que foram usados. A não ser que o dono seja um alpinista que dirige com botas com cravos de alumínio, um carro de 40 mil km não deve ter os pedais desgastados a ponto de você não conseguir enxergar as ranhuras da borracha.

TUDO À MÃO
Outro ponto que “entrega” a idade do carro são as partes que o motorista mais toca com as mãos. O suor e a exposição ao sol acabam por deteriorar volante e manopla de câmbio, mesmo se as peças forem forradas de couro. Se o carro estiver com baixa quilometragem e tais peças apresentarem desgaste desista do negócio na hora.

EQUIPAMENTOS
Ar-condicionado, rádio Double-din, sistema flex, direção hidráulica, bancos de couro… Tudo isso é mais bem feito quando sai de fábrica junto com o carro. Não arrisque em comprar um carro usado ou seminovo que teve esses itens instalados fora da fábrica. Isso serve também para vidros e travas elétricas. Só o alarme passa nessa peneira.

CHASSIS
Tal problema você resolve na hora em que o seguro chega para fazer a vistoria. Mas até isso acontecer o seu cheque já pode ter compensado e aí haja Doril. Assim, olhe sempre os números em baixo relevo que ficam no motor e no assoalho do carro. Confronte com os que aparecem nos vidros. Se algum deles não bater, anote a placa e chame a polícia.

VOLTINHA BÁSICA
Seja cara de pau, afinal você é o cliente do momento e sempre terá razão. Faça um test-drive. Cheque tudo, desde como o volante está alinhado, qual o barulho que a porta faz e se há os “grilos” quando se passa por buracos. Tente, também, manter a aceleração em rotações mais altas por um tempo para ver se o motor não falha.

PORTA-MALAS  E CAPÔ
Aqui estão os calcanhares de Aquiles de quem quer enganar o comprador. A tarefa é simples e até a sua avó com miopia pode ver. Na frente olhe os parafusos que juntam pecas da carroceria ao monobloco. Se eles estiverem de cores diferentes do restante, possivelmente o carro foi batido. Na traseira é só tirar o tapete do porta-malas e conferir a cor.

BANCOS
Outros que entregam a idade do carro. Ainda que seja de couro, é nítida a diferença entre um estofamento de um veículo de 30 mil km e outro que rodou mais de 50 mil km. Sempre que for ver um carro compare com as fotos da época do lançamento. Procure na internet as fotos originais da cabine.

AMIZADE
Sempre que for possível juntar o seu desejo de comprar um carro com a vontade de um amigo vender, não deixe passar! Tenha certeza de que a pessoa que conhece você está com mais medo de vender o carro do que você de comprá-lo. E se der algum problema, é mais fácil entrar em um acordo e achar a quem reclamar. Taí uma boa oportunidade de negócio.

SAIA DA CIDADE
Às vezes o carro que você quer, mas acha que está caro demais, pode ser encontrado mais barato em outra cidade. A pesquisa pode começar pela internet, mas você deve concluí-la no local de venda. É o caso das picapes 4×4. Não adianta querer vendê-las bem em São Paulo. No Sul e no Centro-Oeste elas são muito mais procuradas e, claro, valorizadas.

Carand Drive

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