Secretaria da Educação inicia projeto para usar o Hand Talk na rede estadual

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Aplicativo Hand Talk

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) estuda um novo projeto para utilizar o aplicativo Hand Talk, que realiza a tradução digital e automática para a Língua dos Sinais, visando intensificar a inclusão na rede estadual de ensino.

A proposta partiu do Ministério Público, por meio da promotora Cecília Carnaúba, em reunião realizada no início de fevereiro, e prontamente aceita pela Seduc que já vem realizando cursos de formação básica em Língua Brasileira de Sinais (Libras), bem como formação continuada para docentes, inclusive de vários municípios.

O superintendente de Políticas Educacionais da Seduc, Ricardo Lisboa, afirma que está em contato com a empresa para alinhar alguns pontos e apresentar o Centro de Atendimento às pessoas com surdez e às escolas-polos.

“O projeto do Hand Talk abre a possibilidade de expandir instrumentos e recursos na formação e inclusão cada vez maior e melhor. Estamos analisando qual a melhor forma de atuar. O que ficou acertado é que nosso portal na internet deverá seguir nessa perspectiva de inclusão. Vamos avaliar ainda a possibilidade da formação de professores, bem como o material disponível para que os estudantes tenham acesso à Língua dos Sinais, por meio do aplicativo”, afirma o superintendente.

Hand Talk – O aplicativo Hand Talk (Mãos que Falam), criado por três jovens alagoanos, em 2012, realiza tradução digital para Língua dos Sinais e oferece ferramentas complementares ao trabalho do intérprete para auxiliar a comunicação entre surdos e ouvintes. A empresa, premiada internacionalmente e referência no segmento, é comanda por um simpático intérprete virtual, o Hugo, personagem 3D que torna a comunicação interativa e de fácil compreensão.

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) estuda um novo projeto para utilizar o aplicativo Hand Talk, que realiza a tradução digital e automática para a Língua dos Sinais, visando intensificar a inclusão na rede estadual de ensino.

A proposta partiu do Ministério Público, por meio da promotora Cecília Carnaúba, em reunião realizada no início de fevereiro, e prontamente aceita pela Seduc que já vem realizando cursos de formação básica em Língua Brasileira de Sinais (Libras), bem como formação continuada para docentes, inclusive de vários municípios.

O superintendente de Políticas Educacionais da Seduc, Ricardo Lisboa, afirma que está em contato com a empresa para alinhar alguns pontos e apresentar o Centro de Atendimento às pessoas com surdez e às escolas-polos.

“O projeto do Hand Talk abre a possibilidade de expandir instrumentos e recursos na formação e inclusão cada vez maior e melhor. Estamos analisando qual a melhor forma de atuar. O que ficou acertado é que nosso portal na internet deverá seguir nessa perspectiva de inclusão. Vamos avaliar ainda a possibilidade da formação de professores, bem como o material disponível para que os estudantes tenham acesso à Língua dos Sinais, por meio do aplicativo”, afirma o superintendente.

Hand Talk – O aplicativo Hand Talk (Mãos que Falam), criado por três jovens alagoanos, em 2012, realiza tradução digital para Língua dos Sinais e oferece ferramentas complementares ao trabalho do intérprete para auxiliar a comunicação entre surdos e ouvintes. A empresa, premiada internacionalmente e referência no segmento, é comanda por um simpático intérprete virtual, o Hugo, personagem 3D que torna a comunicação interativa e de fácil compreensão.

Agência Alagoas

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